NO BANCO TRASEIRO, SEM CINTO…

Uma pesquisa feita pelo Ministério das Cidades em seis capitais apontou que, dentre 868 jovens de 15 a 17 anos entrevistados, só dois a cada 10 jovens (21,6%) afirmaram usar sempre o cinto de segurança quando andam no banco traseiro. 

 

Quanto ao álcool, os dados revelam que mesmo que 84% dos jovens afirmem conhecer a Lei Seca e 88% defendam a proibição de beber antes de dirigir, 55% revelaram que retornam para casa de carona no carro do amigo que ingeriu bebida alcoólica. 

 

Dos pesquisados, 65% andam em carona de um veículo conduzido por seus amigos ou pais, mas nem sempre usam o cinto. Com relação ao álcool, meninos e meninas reagem de formas distintas.

 

Entre as meninas, 50% afirmaram voltar da balada com um amigo que não bebeu. Entre os meninos, 61% deles admitiram ser carona de veículo conduzido por um amigo que bebeu antes de dirigir.

Fonte: Diário de Santa Maria dia 25/03/2010

Frota gaúcha cresce 6,74% em um ano

Ritmo é 3,5 vezes superior ao aumento populacional do Rio Grande do Sul

Os congestionamentos que desafiam a paciência dos motoristas nas principais cidades do Estado representam também um descompasso estatístico: em um ano, a frota gaúcha cresceu 3,5 vezes mais do que a população. No mesmo período em que a frota ganhou 293,1 mil veículos, a população cresceu apenas 84 mil, chegando a 10.187.798.

Enquanto o total de veículos emplacados em 2009 aumentou 6,74% em relação ao ano anterior, chegando a 4,4 milhões de veículos, a taxa média de incremento da população não passou de 0,8%.

O contraste é revelado a partir do cruzamento de dados divulgados ontem pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RS) com estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o supervisor de informações do IBGE, Ademir Loucher, o cenário representa um desafio:

– Temos uma média de 2,9 pessoas para cada veículo, é multo alto, praticamente um automóvel por domicílio ou família. Em Porto Alegre a situação é pior, porque temos mais de 250 mil pessoas que se deslocam de municípios vizinhos. É óbvio que as estradas não comportam – diz Ademir.

O alerta é respaldado por especialistas da área, como o professor João Fortini Albano, doutor em transportes e integrante do Laboratório de Sistemas de Transportes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Segundo Albano, apenas em Porto Alegre a média é de quase cem novos veículos por dia em circulação. Impulsionado pelo maior poder de compra trazido pela estabilidade econômica à população e por incentivos fiscais oferecidos pelo governo como estratégia para manter empregos no setor, diante da crise no sistema financeiro internacional, o boom na compra de veículos tem como consequência um agravamento nos problemas de fluxo.

– O gestor precisa correr atrás para dar conta dessa situação. Há estudos que demonstram que o Brasil teria capacidade para quase dobrar a frota em 10 anos, só que o problema é a estrutura viária. Existe um conflito pela disputa do espaço urbano – analisa.

O pior é que os problemas só tendem a crescer, alerta o engenheiro João Hermes Nogueira Junqueira, professor da área de trânsito e transportes da Unisinos:

– Não é algo que está acontecendo só no Brasil, no mundo inteiro o número de usuários de transporte público vem diminuindo. Isso demonstra desenvolvimento, é bom que as pessoas tenham essa liberdade, o problema são as malhas viárias, que precisam de mais investimento – diz o especialista.

O diretor-técnico do Detran, Ildo Mário Szinvelski, reconhece o impacto no trânsito, mas diz que medidas estão sendo tomadas, como a fiscalização, a formação de condutores, o investimento na educação para o trânsito e a punição dos motoristas infratores.

– Todavia, se fazem necessários para esse enfrentamento investimentos viários e em outros modais, como a utilização de hidrovias e metrôs.

 

Fonte: Zero Hora 19/03/2010

Medo de Dirigir

Dirigir é sinônimo de liberdade e autonomia. Ao dirigir um carro, é possível organizar a rotina de sua família com praticidade, agilizando a vida de todos em meio à correria típica do dia a dia. Mas, nem sempre dirigir pode ser uma tarefa fácil, tornando-se um grande desafio para muitas pessoas.
Considerando que o MEDO faz parte da vida do ser humano, sendo um instinto de sobrevivência, e um fator de proteção contra os perigos que as pessoas enfrentam ao longo da vida. Segundo a psicóloga Olga Inês Tessari, sentir medo é normal, o que não pode ocorrer é que isso altere sua rotina, no nosso caso que impeça de dirigir.

Atualmente, um dos medos frequentes é o de Dirigir que pode estar associado aos transtornos de ansiedade, que acaba provocando limitações, baixa auto-estima e dependência de outras pessoas, dificultando no enfrentamento de situações no cotidiano do indivíduo. Na maioria dos casos, as pessoas que apresentam sintomas de medo trazem na sua historia de vida situações traumáticas.

Sabendo que o número de pessoas que são habilitadas e não dirigem é cada vez maior, nós do CFC Viacentro, oferecemos um serviço direcionado aos condutores já habilitados.

O Projeto Medo de Dirigir visa transmitir informações técnicas de forma simples e didática sobre o ato de dirigir, buscando com isso auxiliar o condutor a vencer a ansiedade, a insegurança e o medo de dirigir. Pensando em oferecer um serviço qualificado disponibilizamos profissionais qualificados para desenvolver o atendimento a esses condutores, onde estes estarão realizando um atendimento especializado conforme a necessidade de cada condutor.

Referencial Bibliográfico
Amorim, Cacilda. http://www.dirigindosemmedo.com.br/tratar-medo-fobiadedirigir.html

DSM-IV-TR – Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (Trad.Cláudia Dornelles; 4 e.d. rev. – Porto Alegre: Artmed, 2002

Tessari, Olga Inês. http://ajudaemocional.tripod.com/rep/id40.html

Texto: Karyolli Irion Siqueira, Gerente de Ensino
          Luana Antolini, Psicóloga.

Número de condutoras gaúchas cresceu 60% em 9 anos

Levantamento preparado pelo Detran/RS para o Dia Internacional da Mulher detectou que o número de motoristas mulheres aumentou em quase 60% de 2001 para cá, passando de 710 mil para 1,1 milhão de condutoras no Rio Grande do Sul. O índice de crescimento anual se mantém na média dos 6%, mais que o dobro do que a média do crescimento dos condutores (2,6%). Hoje, elas representam 30% do total de 3,8 milhões de motoristas circulando nas cidades gaúchas.

As mulheres são reconhecidamente mais cautelosas no trânsito, impressão comprovada pelas estatísticas: em 2009, elas foram responsáveis por somente 5% dos acidentes com vítimas e por 22% das infrações de trânsito. Cometeram 313 mil infrações, enquanto os homens cometeram mais de 1 milhão.

São elas também as que menos morrem no trânsito. O percentual caiu de 22 para 19% do total de mortos registrados no Estado em 2008 e 2009. Foram 318 vítimas do sexo feminino em 2008 e 278 em 2009. As vítimas do sexo masculino totalizam 1.094 mortos em 2008 e 1165 em 2009.

Ainda é pequeno o número de mulheres que exerce atividade remunerada com o veículo: 45 mil entre 1,1milhão, ou seja, 4%. E esse contingente vem decrescendo nos últimos três anos. Em 2008, elas eram 47 mil; em 2009, 46 mil. Entre os homens esse percentual é de 23% e vinha aumentando consideravelmente até este ano.  Eram 589 mil em 2007, 620 mil em 2008 e 637 mil em 2009, caindo para 636 mil em fevereiro de 2010.

“O quantitativo de motoristas femininas aumentou, demonstrando o cuidado, a  cautela e o zelo no ato de dirigir, e contribuindo em muito com a qualidade no trânsito”, avalia o Diretor Técnico do DETRAN/RS, Ildo Mário Szinvelski, “pois elas dirigem com respeito aos demais, e são mais comedidas”.

Fonte: Site Detran RS dia 07/03/2010

Nova tecnologia para fazer a CNH

No interior do Estado, novidade deve chegar até novembro

A partir do dia 10, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) começará a implantar na Capital o processo digital de confecção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Os motoristas passarão a ter assinatura e fotografia digitais no momento em que procuram o Centro de Formação de Condutores (CFC) para fazer a primeira habilitação, renovar a carteira, mudar de categoria ou adicionar uma nova. Além disso, as impressões digitais passarão a ser recolhidas.

A medida pretende padronizar e tornar mais seguro o processo de identificação dos condutores. O envio digital dos dados também diminuirá a espera pela emissão do documento. De abril a novembro, a novidade será implantada nas demais regiões do Estado, incluindo Santa Maria.

Hoje, a pessoa precisa levar ao CFC duas fotos 3×4, geralmente tiradas em estúdio. Com o novo sistema, o motorista terá sua imagem captada, de graça, por uma câmera no próprio CFC, o que poupará gastos.

Hoje, a CNH demora em média cinco dias para ficar pronta. A meta é diminuir a espera em 48 horas.

MAIS
Segundo o Detran, por vezes as fotos apresentadas para fazer a CNH estão fora do padrão exigido, com a pessoa usando boné ou brincos chamativos. Isso obriga o usuário a retornar ao local com uma nova foto. A imagem feita no CFC não terá esse problema.

 Confira aqui as mudanças do Processo

Fonte: Diário de Santa Maria 03/03/2010

 

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