Dicas para uma viagem segura

Muitas pessoas que dirigem bem nas cidades são maus condutores nas estradas. Isso ocorre porque conduzir em estradas e rodovias é COMPLETAMENTE diferente do que conduzir em trânsito urbano.

Enfrentar viagens longas ou rodovias mais movimentadas somente quando tiver boa dose de experiência.

Recomendações: 

  • Preferir sempre viajar de dia. É mais seguro.
  • Evitar conduzir em condições de baixa visibilidade.
  • Revisar o veículo antes de viajar. Verificar itens de segurança como: freio, óleo, faróis, lanterna, cinto de segurança, alinhamento, balanceamento e pneus.
  • Consultar o Guia Rodoviário.
  • Redobre a atenção ao volante. Evite se distrair com músicas ou conversas.
  • Mantenha a calma, mesmo em situações difíceis.
  • Planejar itinerários, bem como paradas para estacionamento e descanso.
  • Informar-se das condições locais, principalmente em feriados.
  • Não descuidar da sinalização.
  • Aos primeiros sinais de cansaço, parar em lugar seguro para relaxar.
  • Não parar na pista.
  • Não transitar no acostamento.
  • Parar no acostamento somente em emergências.
  • Manter velocidade compatível com o fluxo geral dos veículos.
  • Verificar os instrumentos do painel a intervalos regulares.
  • A qualquer indicação de mau funcionamento, não seguir em frente. Parar imediatamente para verificar.
  • Nos declives acentuados ou longos, jamais descer desengrenado. Usar sempre freio motor, utilizando para descer a mesma marcha que usaria para subir.
  • Seguir todos os demais procedimentos da Direção ou Pilotagem Defensiva.

 

Manutenção do veículo

Checagens inicias

Os cuidados com o veículo podem começar num posto de combustível. Quando for abastecer, o motorista pode aproveitar para fazer algumas checagens simples no carro: conferir o nível do fluido do radiador, óleo (motor e freio) e a água para o limpador de pára-brisa. Também deve verificar se os pneus estão bem calibrados, se estiverem “carecas”, é melhor trocá-los.

Freios e luzes

Numa oficina de sua confiança, o motorista deve fazer a checagem dos freios e da parte elétrica do veículo. Todas as luzes e setas devem estar funcionando corretamente. Se alguma estiver queimada, será necessário trocá-la.

Ferramentas

É importante checar se estão no carro todas as ferramentas obrigatórias: macaco, chave de roda e triângulo para sinalização. Também vale a pena ter outras ferramentas, como jogo de chaves fixas, chaves de fenda e lanterna. Além disso, o extintor de incêndio deve estar dentro do prazo de validade.

Cintos de segurança

Além da parte mecânica e elétrica, o motorista não pode esquecer de verificar se os cintos de segurança estão funcionando perfeitamente. Eles devem ser usados por todos os ocupantes do veículo, mesmo para percorrer pequenas distâncias. Crianças devem sempre viajar no banco traseiro, com cinto de segurança. Crianças com menos de quatro anos precisam usar cadeirinhas apropriadas, que devem estar presas pelo cinto de segurança.

Motos

Os cuidados acima mencionados valem também para as motos. É importante lembrar que tanto o motociclista quanto a pessoa que estiver na garupa devem usar capacetes. Um alerta importante do Inmetro: os capacetes devem ter a marca do Instituto. A presença dessa marca indica que o produto passou por todos os testes de qualidade exigidos por lei e oferece segurança ao usuário.
 

Fonte: Portal do Trânsito

Alterações na realização de exames Teóricos/Práticos

Algumas mudanças ocorreram no procedimento de agendamentos dos exames de legislação teórico e exames práticos.

A partir do dia 1ª de fevereiro de 2011, todos os exames agendados e que o candidato não compareça para realizar o exame, os valores pagos não serão reaproveitados para a realização de um novo exame.
 

Importante lembrar que o candidato pode efetuar a desmarcação do exame com no mínimo 48 horas de antecedência, sem que tenha prejuízos financeiros, podendo assim aproveitar taxa já paga.
 

Fonte: Setor Comercial
 

Gaúchos cometeram 5,1 mil infrações por dia em 2010

Levantamento parcial do Detran/RS revela que os gaúchos cometeram 1,8 milhões de infrações em 2010. O total representa mais de 5 mil infrações ao dia (212 por hora) nas ruas e estradas do Estado, dando margem a ocorrência de acidentes e prejudicando a fluidez do trânsito. O número real é ainda maior, já que o levantamento considera somente as infrações consistentes (que concluíram todos os prazos para defesa e recursos) e que dados dos meses finais de 2010 ainda estão entrando no sistema.

Em 2010, foram 1,9 mil infrações diárias por excesso de velocidade, 553 veículos flagrados com alguma irregularidade, 432 estacionados em local proibido e 278 condutores sem cinto de segurança a cada dia do ano. O fato do excesso de velocidade ser a infração mais flagrada, não quer dizer, necessariamente, que seja a mais cometida. O maior número de autuações é facilmente explicável em função dos controladores de velocidade eletrônicos, que registram as infrações, independente de serem surpreendidas pelos agentes de trânsito.

No segundo lugar do ranking está a série de irregularidades previstas no Artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro, essas sim flagradas pelos órgãos de fiscalização, que incluem: falta de licenciamento, placas sem condições de legibilidade, com cor ou característica alterada, sem equipamento obrigatório, entre outras enumeradas nos 22 incisos do Artigo (isso explica a segunda posição). Em seguida, entre as infrações mais comuns estão estacionamento em lugar proibido e falta do cinto de segurança. Esse ranking se mantém inalterado nos últimos cinco anos, pelo menos.

Entre motocicletas e caminhões, as irregularidades com o veículo estão em primeiro lugar do ranking nos últimos três anos, ficando o excesso de velocidade oscilando entre a 2ª e a 3ª posição. Em 2010, a segunda infração mais cometida pelos motociclistas foi dirigir sem documento de habilitação ou com documento irregular (30,5 mil ocorrências); e a 3ª entre os caminhoneiros foi dirigir sem cinto de segurança (8,1 mil ocorrências).

Uma análise desses dados pode explicar algumas situações do dia-a-dia das cidades gaúchas. O excesso de velocidade, por exemplo, está presente em grande parte dos acidentes com vítimas e influi diretamente na gravidade desses acidentes, assim como a ultrapassagem em local proibido, que soma 46,5 mil infrações em 2010 (127 flagrantes diários de irresponsabilidade).

As irregularidades do Artigo 230 refletem, muitas vezes, a má conservação da frota e o descuido dos condutores com a manutenção dos seus veículos. Um equipamento obrigatório como o extintor de incêndio pode ser a diferença entre a vida e a morte na hora de um acidente, assim como pneus em bom estado. Da mesma forma, um carro em dia dificilmente provocará transtornos no trânsito por falha mecânica.

“As leis existem para garantir a fluidez e a segurança do trânsito. A infração a essas normas sempre tem conseqüências, e às vezes, elas são graves e irreversíveis, como os acidentes de trânsito. Estudos mostram que 93% dos acidentes são provocador por falha humana, e grande parte desses tem presente o fator comportamental.”, avalia o Diretor Presidente do Detran/RS, Alessandro Barcellos.

 

 

Fonte: Site Detran RS Publicada em 31/01/2011

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