Autorização para conduzir ciclomotor

Etapas do processo.

  • Realizar a abertura do processo (Autorização para conduzir ciclomotores)
  • Realização das etapas de exame de aptidão física e mental e avaliação psicológica
  • Realização de curso teórico-técnico com carga horária de 20h/a.
   Posterior a aprovação do exame teórico, o candidato deve submeter-se  a realização de 10 aulas práticas, com duração de 50 minutos cada, para que esteja apto a realização de exame prático. (Exame é realizado com as mesmas atribuições da CAT A)
 
 Sobre valores da Primeira Habilitação categoria “ACC” (Ciclomotor):
Valor total tabelado pelo estado é R$884,42 - deste valor o que se refere a taxas de exame médico, exame psicológico, exame teórico, exame prático e taxa de expedição da CNH soma R$ 265,67.
 
Quanto as formas de pagamento, é interessante que o aluno compareça até o nosso CFC para verificar as condições.

Redução da acidentalidade foi maior entre duas rodas

No ano de 2015, o Rio Grande do Sul registrou 1.531 acidentes e 1.735 vítimas fatais no trânsito, o menor número dos últimos oito anos.  A redução histórica da acidentalidade foi maior entre duas rodas. Caronas de moto, ciclistas e motociclistas registraram um percentual de redução maior entre as vítimas do que condutores de veículos e pedestres. Somente os passageiros tiveram aumento em relação a 2014. A análise partiu do Diagnóstico da Acidentalidade 2015, publicado nessa segunda-feira (29) pelo Detran/RS.

O número de pessoas que morreram na condição de carona de moto caiu 39% em 2015, enquanto o número de vítimas entre ciclistas teve redução de 28%, e entre motociclistas, de 20%. A redução foi de 15% para condutores de veículos e 9% para pedestres. Entre os passageiros mortos em acidentes houve aumento de 3%.

Foram 64 caronas de moto, 126 ciclistas e 496 motociclistas mortos em 2014. Em 2015 foram 39, 91 e 395, respectivamente. O número de condutores entre as vítimas fatais de acidentes de trânsito passou de 592 para 503 e o de pedestres de 407 para 370. Morreram, ainda, 316 passageiros de veículos de quatro rodas em 2014 e 327 em 2015. O número de registros de carroceiros mortos passou de 7 para 5.

Redução histórica

O Estado registrou, no ano de 2015, uma redução histórica nos índices da acidentalidade: foram 16% menos acidentes e 14% menos mortes no trânsito em relação ao ano anterior. O número de acidentes e mortes é o menor desde 2007, quando o Detran/RS começou a utilizar a metodologia internacional de estatísticas de acidentes de trânsito, que contabiliza as mortes até 30 dias após o acidente (por isso não podem ser comparados a dados anteriores).

Nos demais itens analisados, há uma linearidade com o ano anterior e com o padrão histórico. Os acidentes acontecem mais à noite (35%), nos finais de semana (38%) e cerca de 60% das ocorrências acontecem em rodovias. Quase metade dos acidentes são colisões e outros 23% atropelamentos.

Com relação às vítimas, o RS mantém a proporção histórica: quase 80% homens e com uma curva ascendente de participação a partir dos 18 anos, que decresce suavemente a partir dos 30 e atinge um pico novamente aos 65.  Em comparação com 2014, a faixa etária dos 15 aos 17 se destaca e pede mais atenção: sofreu variação de 23%, passando de 60 para 74 mortes em 2015.

Década de Ação pela Segurança no Trânsito

A redução das mortes e acidentes fatais no Rio Grande do Sul impacta a curva da acidentalidade fatal no Estado em direção à meta da Década de Ação pela Segurança no Trânsito proposta pela ONU, que objetiva reduzir em 50% as vítimas no trânsito até 2020. Para chegar à metade das 3.224 mortes projetadas para 2020 caso nada fosse feito e houvesse uma progressão linear, o Estado deve trabalhar para reduzir o número de vítimas 3,1% ao ano, em média.  A redução de 14% das vítimas fatais em 2015 coloca o Estado em uma melhor posição em relação à meta da ONU.

Avaliação

A crise econômica tem sido apontada como um dos fatores que contribuíram para a redução da acidentalidade. Trata-se de um fenômeno complexo, em que é impossível isolar fatores ou reduzi-lo a apenas um ou dois aspectos. Mas, sem dúvida, na avaliação do diretor-geral do Detran/RS, Ildo Mário Szinvelski, a redução da sensação de impunidade – com o incremento da fiscalização de trânsito e punição dos infratores através da suspensão/cassação do direito de dirigir – foi fundamental para a redução das mortes no trânsito.

A fiscalização de trânsito vem sendo intensificada ao longo dos anos e o número de infrações flagradas cresceu 73% em relação a 2010. O número de processos de suspensão e cassação do direito de dirigir aumentou em uma proporção ainda maior, passando de 18.376 em 2010 para mais de 59.905 em 2015, um crescimento de 226%. Operações de fiscalização como a Balada Segura (focada na questão da embriaguez ao volante) e a Viagem Segura, realizada nos feriados e finais de semana com datas comemorativas, tornaram-se rotina na vida das pessoas, motivando uma mudança de comportamento.

Veja o diagnóstico completo.

 

Novos prazos para vagas remanescentes nos projetos de CNH

A partir do dia 16 de janeiro, estarão abertas as inscrições para os projetos CNH Social (primeira habilitação) e Inserção de Novos Motoristas (mudança de categoria)

O SEST SENAT divulga novos prazos aos interessados em se inscrever nas vagas remanescentes dos projetos de CNH Social – Primeira Habilitação para o Transporte e Inserção de Novos Motoristas – Habilitação Profissional para o Transporte (mudança de categoria). As inscrições estarão abertas do dia 16 à 25 de janeiro de 2016. Os dois projetos são totalmente financiados pelo SEST SENAT, sem custos para os selecionados.

Requisitos
As vagas remanescentes são aquelas que não foram preenchidas porque vários inscritos não cumpriram todos os requisitos necessários para participação nos projetos. Por isso, é importante que o candidato esteja atento às exigências.

Para se inscrever no projeto de Primeira Habilitação o candidato deve ter entre 18 e 27 anos completos na data de inscrição. Ele também precisa comprovar renda individual, que necessita ser de até três salários mínimos, e saber ler e escrever.

Aqueles que já possuem habilitação (há pelo menos 12 meses), e querem optar pela mudança de categoria da CNH, precisam ter entre 21 e 50 anos completos na data da inscrição para o projeto Inserção de Novos Motoristas, comprovar renda individual de até três salários mínimos, saber ler e escrever. Neste caso, ainda é exigido que o candidato não tenha cometido nenhuma infração de trânsito grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias, durante os últimos 12 meses, conforme disposto no Código de Trânsito Brasileiro.

Outros dois pontos devem observados. Primeiro, o interessado deve ficar atento ao seu e-mail, pois é por meio dele que o SEST SENAT irá se comunicar com o inscrito. Segundo, a efetivação da inscrição, por si só, não garante a participação no projeto.

Conforme disposto em Edital, o sistema informatizado de gestão de inscrições organizará aleatoriamente a listagem de candidatos aptos para participação nos projetos, considerando os requisitos de idade e renda, e o ordenamento aleatório resultante será obedecido para convocação dos candidatos.

Inscrição

Para consultar detalhadamente as unidades do SEST SENAT que possuem vagas remanescentes, o candidato pode acessar o link do edital de cada projeto.

Edital Primeira Habilitação para o Transporte – CNH Social

Edital Habilitação Profissional para o Transporte – Inserção de Novos Motoristas

Os candidatos interessados podem se inscrever por meio do site da instituição, nos links abaixo, a partir da zero hora do dia 16:

Primeira Habilitação para o Transporte – CNH Social
http://cnh.sestsenat.org.br/PrimeiraHabilitacao

Habilitação Profissional para o Transporte – Inserção de Novos Motoristas
http://cnh.sestsenat.org.br/HabilitacaoProfissional

Veja mais em: http://www.sestsenat.org.br/Imprensa/noticia/novos-prazos-para-vagas-remanescentes-nos-projetos-de-cnh-sest-senat#sthash.Allmq92M.dpuf

Verdades e Mitos sobre a Permissão para Dirigir – PPD

Quando aprovado em todas as fases do processo de primeira habilitação, o condutor receberá a Permissão para Dirigir – PPD, que é válida por um ano. Conheça alguns mitos e verdades sobre o assunto.

Mito: O condutor não pode trafegar em rodovias.

Verdade: O condutor pode dirigir como se fosse a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), até mesmo em rodovias.

Mito: O condutor não pode cometer nenhuma infração de qualquer gravidade.

Verdade: O condutor não pode cometer nenhuma infração grave ou gravíssima ou ser reincidente em infração média.

Mito: O condutor pode solicitar a Carteira Nacional de Habilitação antes do vencimento da PPD.

Verdade: CNH só pode ser solicitada ao CFC após o vencimento da PPD, que pode ser utilizada por mais 30 dias após seu vencimento.

Número do lacre no documento ajudará a identificação de fraudes em veículos

Todos os veículos que passarem por processos que exigem lacre de placa terão o número incluído no documento do veículo (CRLV) a partir de 5 de janeiro. A medida, prevista pela Resolução 512/14, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), vai permitir que a fiscalização identifique mais facilmente clonagem e outros tipos de fraudes.

Em casos como primeiro emplacamento, mudança de categoria, alteração de município, quando há a troca de selo, os novos documentos não poderão ser impressos enquanto não for inserido o número do lacre no sistema.

A inclusão do número do lacre é uma adaptação ao novo modelo de Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) previsto na resolução e está condicionada ao término do estoque dos formulários antigos. O número do lacre já consta na consulta à base estadual, mas a informação no documento permitirá que a fiscalização identifique mais facilmente possíveis fraudes, tomando as medidas preventivas.
Texto: Mariana Goldmeier Tochetto/DetranRS
Edição: Léa Aragón/Secom                                                                                                                                              Fonte: rs.gov.br

 

Ultrapassagem em faixa amarela contínua

No trechos com faixa amarela continua, além de ser proibido, não há segurança para os condutores ultrapassarem.
Isto acontece por diversos fatores, os mais comuns são:

Não haver visibilidade suficiente do outro sentido;

Estar próximo a lugares com movimento de pedestres;

Surgimento de interseções na via.

#DicaCFCVIACENTRO #PRESERVEVIDAS

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O drogômetro, o médico perito e o exame toxicológico, por Ildo Mário Szinvelski

 

Ildo Mário Szinvelski, diretor-geral do Detran/RS     

Pesquisa do Ministério Público do Trabalho, divulgada esta semana, trouxe dados preocupantes sobre o aumento do uso de drogas por caminhoneiros. Esse é um problema de saúde pública que vem sendo muito discutido por profissionais do trânsito, parlamento, comunidade médica e científica.

A primeira tentativa de intervenção veio por meio da malfadada Lei 13.103/2015.  A chamada Lei do Motorista prevê, a partir de janeiro de 2016, o exame de larga janela de detecção para todos os motoristas profissionais. O teste que detecta o consumo de drogas em um período de até 90 dias está longe de ser consenso.

Alem de ser um tipo de exame caro (somente alguns laboratórios internacionais estão aptos a realizá-lo), sem evidências científicas que comprovem sua eficácia para a segurança no trânsito e sem paralelo em local nenhum do mundo, a medida é claramente discriminatória e inconstitucional. Primeiro, por lançar suspeita sobre uma classe profissional já marcada pelo preconceito. Segundo, por ferir o princípio da igualdade, da inviolabilidade da intimidade e o fundamento da dignidade da pessoa humana. Terceiro, por desconsiderar o médico – o único responsável que poderá/deverá – solicitar exames complementares para o examinando.

A normativa federal gerou fortes reações das entidades médicas, órgãos de trânsito, Câmaras Temáticas do Contran, Ministério da Saúde, Abramet, Conselho Federal de Medicina, Sociedade Brasileira de Toxicologia, Sociedade Brasileira de Ciências Forenses, conselhos regionais, Denatran e diversos Detrans, incluindo o Detran gaúcho, mas a reação não teve eco no Congresso. Os deputados e senadores mantiveram a exigência do exame específico. A Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) também se manifestou recentemente pedindo maior rigor ético e técnico no estabelecimento desse tipo de norma legal por desconsiderar os mais comezinhos preceitos legais e regulamentares das competências e profissões.

Os defensores da obrigatoriedade do exame toxicológico argumentam que é preciso agir, já que o veículo de carga é sempre um veículo potencialmente mais perigoso. No entanto, já há formas de se fazer esse controle durante o exame com o perito do Detran que, no exame médico e suspeitando de abuso de drogas, pode solicitar exames complementares. Não há porque exigir um exame que não é feito por nenhum laboratório brasileiro e custa cerca de 100 dólares para o profissional do volante, a cada três anos (um “mercado” de 800 milhões de reais/ano no Brasil).

Uma alternativa se apresenta no horizonte com os estudos com o chamado drogômetro, realizados pelo Centro de Pesquisas em Álcool e Drogas (CPAD) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, com o apoio da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas e a parceria do Laboratório de Toxicologia da Faculdade de Farmácia da UFRGS. Os testes com os diferentes equipamentos serão realizados no Rio Grande do Sul com o apoio dos órgãos de fiscalização de trânsito, especialmente nas blitze da Balada Segura.

O drogômetro, usado com sucesso na Austrália, Estados Unidos e muitos outros países do mundo, traz a comprovação técnica e a realidade para o processo de fiscalização com a testagem aleatória, além de ser mais eficaz para a segurança no trânsito, retirando de circulação os motoristas sob o efeito de drogas. O exame comprobatório realizado no campo de prova (via pública), no calor da ocorrência, resgata a isonomia na efetividade da fiscalização, incidindo sobre todos os motoristas, não somente aos profissionais do volante.

Fonte: Site DETRAN/RS – www.detran.rs.gov.br/artigos.

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