O drogômetro, o médico perito e o exame toxicológico, por Ildo Mário Szinvelski

 

Ildo Mário Szinvelski, diretor-geral do Detran/RS     

Pesquisa do Ministério Público do Trabalho, divulgada esta semana, trouxe dados preocupantes sobre o aumento do uso de drogas por caminhoneiros. Esse é um problema de saúde pública que vem sendo muito discutido por profissionais do trânsito, parlamento, comunidade médica e científica.

A primeira tentativa de intervenção veio por meio da malfadada Lei 13.103/2015.  A chamada Lei do Motorista prevê, a partir de janeiro de 2016, o exame de larga janela de detecção para todos os motoristas profissionais. O teste que detecta o consumo de drogas em um período de até 90 dias está longe de ser consenso.

Alem de ser um tipo de exame caro (somente alguns laboratórios internacionais estão aptos a realizá-lo), sem evidências científicas que comprovem sua eficácia para a segurança no trânsito e sem paralelo em local nenhum do mundo, a medida é claramente discriminatória e inconstitucional. Primeiro, por lançar suspeita sobre uma classe profissional já marcada pelo preconceito. Segundo, por ferir o princípio da igualdade, da inviolabilidade da intimidade e o fundamento da dignidade da pessoa humana. Terceiro, por desconsiderar o médico – o único responsável que poderá/deverá – solicitar exames complementares para o examinando.

A normativa federal gerou fortes reações das entidades médicas, órgãos de trânsito, Câmaras Temáticas do Contran, Ministério da Saúde, Abramet, Conselho Federal de Medicina, Sociedade Brasileira de Toxicologia, Sociedade Brasileira de Ciências Forenses, conselhos regionais, Denatran e diversos Detrans, incluindo o Detran gaúcho, mas a reação não teve eco no Congresso. Os deputados e senadores mantiveram a exigência do exame específico. A Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) também se manifestou recentemente pedindo maior rigor ético e técnico no estabelecimento desse tipo de norma legal por desconsiderar os mais comezinhos preceitos legais e regulamentares das competências e profissões.

Os defensores da obrigatoriedade do exame toxicológico argumentam que é preciso agir, já que o veículo de carga é sempre um veículo potencialmente mais perigoso. No entanto, já há formas de se fazer esse controle durante o exame com o perito do Detran que, no exame médico e suspeitando de abuso de drogas, pode solicitar exames complementares. Não há porque exigir um exame que não é feito por nenhum laboratório brasileiro e custa cerca de 100 dólares para o profissional do volante, a cada três anos (um “mercado” de 800 milhões de reais/ano no Brasil).

Uma alternativa se apresenta no horizonte com os estudos com o chamado drogômetro, realizados pelo Centro de Pesquisas em Álcool e Drogas (CPAD) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, com o apoio da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas e a parceria do Laboratório de Toxicologia da Faculdade de Farmácia da UFRGS. Os testes com os diferentes equipamentos serão realizados no Rio Grande do Sul com o apoio dos órgãos de fiscalização de trânsito, especialmente nas blitze da Balada Segura.

O drogômetro, usado com sucesso na Austrália, Estados Unidos e muitos outros países do mundo, traz a comprovação técnica e a realidade para o processo de fiscalização com a testagem aleatória, além de ser mais eficaz para a segurança no trânsito, retirando de circulação os motoristas sob o efeito de drogas. O exame comprobatório realizado no campo de prova (via pública), no calor da ocorrência, resgata a isonomia na efetividade da fiscalização, incidindo sobre todos os motoristas, não somente aos profissionais do volante.

Fonte: Site DETRAN/RS – www.detran.rs.gov.br/artigos.

CFC VIACENTRO participa de atividade alusiva ao Dia Municipal do Pedestre

Na manhã de hoje (02), a Câmara Municipal de Vereadores foi palco de uma atividade alusiva ao Dia Municipal do Pedestre, comemorado em 04 de outubro. O evento contou com a participação da Sra. Simone Peixoto, do Programa de Segurança e Educação para o Trânsito – Educa Trânsito, Sra. Rosaura Vargas, do Programa de Educação da Fiscal, Sr. Edelcir Mainardi, instrutor do CFC Viacentro, Sr. Miguel Passini, Secretário de Município de Mobilidade Urbana, Sr. Felipe Veiga, professor do Curso de Direito da FAMES e Sra. Priscila Ritzel, Diretora do Colégio Gandhi – SEG.

O CFC VIACENTRO agradece o convite e fomenta que estas questões sejam constantemente abordadas, para que tenhamos um trânsito mais humano.

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Aprovados da semana 24/09/15.

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Agradecimento especial

Eu gostaria de, através desta mensagem, manifestar os meus mais ternos agradecimentos a toda equipe CFC VIACENTRO que me preparou e auxiliou para conquistar minha Carteira Nacional de Habilitação, categoria B. Sempre havia me culpado por deixar “para depois” a minha preparação para ser motorista, mas agora percebo que não me arrependo, por ter justamente convivido e ter sido instruído por vocês. Valeu muito a pena aprender com todos durantes estes meses. E afinal, como vocês mesmo me demonstraram, para chegar aos nossos objetivos, cada um tem o seu tempo.

Assim, mais uma vez, muito obrigado ao meu caro instrutor PATRICK SEBALHOS, por tudo que me transmitiu nas aulas práticas. Graças ao seu imenso profissionalismo, me fez sair de um estágio fraquíssimo de conhecimento prático para me tornar habilitado. Graças a sua paciência e seriedade corrigi muitos erros para me aperfeiçoar. Graças ao seu incentivo, camaradagem e parceria, sempre mantive minha vontade de seguir adiante.

Gostaria de dizer muito obrigado também ao WAGNER, com quem também tive algumas aulas práticas, e do qual acolhi instruções e conhecimentos valiosos para eu seguir minha aprendizagem. Também agradeço ao DIAS pelas importantes orientações que me passou em algumas aulas práticas.

Também agradeço imensamente ao MAIQUEL, TONETO, VITOR e MAINARDI por todo o conhecimento que nos foi explicado e transmitido nas ótimas aulas teóricas, da maneira mais clara e elucidativa, por meio das didáticas e metodologias mais diversas para prender nossa atenção, e por esclarecerem atenciosamente nossas dúvidas.

Por fim, agradeço TODOS OS FUNCIONÁRIOS pela recepção, prontidão em realizar os agendamentos, esclarecer e orientar-nos nas diferentes etapas, deixar-nos a par de tudo, e por manterem o ambiente físico em condições perfeitas e agradáveis.

Parabenizo a todos vocês pela excelência que desempenham suas atividades, e sem dúvida, graças a tudo isto que o CFC VIACENTRO está e vai continuar consagrado na cidade como sinônimo de qualidade e liderança.

Um forte abraço,

Eduardo Dalla Lana Baggio

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Fobia de Dirigir, por Luana M. Antolini

     A fobia para dirigir atinge pessoas extremamente responsáveis. Ao assumir um compromisso, entregam-se de corpo e alma, são confiáveis, organizadas, detalhistas, sensíveis e inteligentes, preocupam-se com os outros, com os problemas dos outros e procuram não machucá-los, porém, compactuam com um aspecto negativo diante de tantas qualidades, o simples fato de não aceitarem críticas, a crítica alheia pode magoá-las, irritá-las, o erro é inadmissível.

        As pessoas que tem fobia de dirigir são em sua maior parte mulheres, a maioria encontra-se na faixa etária dos 30 aos 50 anos.

      Indivíduos com fobia promovem a ação de auto boicote. Mesmo após a aprovação no exame de direção veicular, não se julgam capazes de conduzir seu automóvel, devido ao alto grau de exigência pessoal, sentindo vergonha de cometer erros perante outros condutores. Outros ainda colocam empecilhos para realizar a primeira habilitação, como por exemplo, esperar a aposentadoria, ou traçar metas pessoais inalcançáveis, com a simples proposta de ter uma resposta pronta para quando este assunto surgir.

        Entenda algumas manifestações físicas que são percebidas ou sentidas pelo indivíduo ao simplesmente pensar em realizar a prática de direção veicular.

 - Dorme mal a noite;

- Tremedeira nas pernas, ou braços;

- Transpiração excessiva; taquicardia.

      Confira algumas dicas práticas para você vencer o medo de dirigir:

1) – Trabalhe a respiração.

2) – Pratique atividade física ou relaxamento muscular.

3) – Entre dentro do carro na garagem, iniciando uma aproximação.

4) – Na garagem, ligue, desligue o carro. Mexa nos bancos, espelhos.

5) – De voltas na quadra onde mora em horários com pouco movimento.

6) – Faça repetidas vezes o mesmo trajeto até sentir-se seguro.

7) – Pratique no mínimo duas vezes na semana, para criar o habito de dirigir.

8) – quando tiver segurança , faca trajetos maiores e com mais movimento.

         O Ato de dirigir é para si próprio e não para os demais, por isso, não desista, o importante é o treino e a prática.

Clique no Link  “Voltando a Dirigir”  e conheça um pouco do programa realizado pelo CFC VIACENTRO para tratar deste assunto.

 Luana M. Antolini

CRP 07113435

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